CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
Nasceu em Itabira, Minas Gerais, em 31 de outubro de 1902 e faleceu no Rio de Janeiro, aos 84 anos, em 17 de agosto de 1987.
Poeta, contista e cronista, surgiu no Modernismo. Embora não seja considerado um modernista, herdou a liberdade lingüística, o verso livre, o metro livre e as temáticas cotidianas.
São temas típicos da sua poesia o indivíduo (“um eu todo retorcido”), a terra natal, a família, os amigos, o choque social, o amor (nada romântico ou sentimental, apenas uma amarga forma de conhecimentos dos outros e de si próprio), poemas-piada e a existência.
No final da década de 1980, o erotismo ganha espaço na sua poesia, até o seu último livro.
Relação das obras de Drummond:
• Alguma Poesia (1930)
• Brejo das Almas (1934)
• Sentimento do Mundo (1940)
• José (1942)
• A Rosa do Povo (1945)
• Claro Enigma (1951)
• Fazendeiro do ar (1954)
• Quadrilha (1954)
• Viola de Bolso (1955)
• Lição de Coisas (1964)
• Boitempo (1968)
• A falta que ama (1968)
• Nudez (1968)
• As Impurezas do Branco (1973)
• Menino Antigo (Boitempo II) (1973)
• A Visita (1977)
• Discurso de Primavera (1977)
• Algumas Sombras (1977)
• O marginal clorindo gato (1978)
• Esquecer para Lembrar (Boitempo III) (1979)
• A Paixão Medida (1980)
• Caso do Vestido (1983)
• Corpo (1984)
• Amar se aprende amando (1985)
• Poesia Errante (1988)
• O Amor Natural (1992)
• Farewell (1996)
• Os ombros suportam o mundo(1935)
• Futebol a arte (1970)
Antologia poética
• A última pedra no meu caminho (1950)
• 50 poemas escolhidos pelo autor (1956)
• Antologia Poética (1962)
• Antologia Poética (1965)
• Seleta em Prosa e Verso (1971)
• Amor, Amores (1975)
• Carmina drummondiana (1982)
• Boitempo I e Boitempo II (1987)
• Minha morte (1987)
Infantis
• O Elefante (1983)
• História de dois amores (1985)
• O pintinho (1988)
• Carol e Dinha s2 (2009)
Prosa
• Confissões de Minas (1944)
• Contos de Aprendiz (1951)
• Passeios na Ilha (1952)
• Fala, amendoeira (1957)
• A bolsa & a vida (1962)
• Cadeira de balanço (1966)
• Caminhos de João Brandão (1970)
• O poder ultrajovem e mais 79 textos em prosa e verso (1972)
• De notícias & não-notícias faz-se a crônica (1974)
• Os dias lindos (1977)
• 70 historinhas (1978)
• Contos plausíveis (1981)
• Boca de luar (1984)
• O observador no escritório (1985)
• Tempo vida poesia (1986)
• Moça deitada na grama (1987)
• O avesso das coisas (1988)
• Auto-retrato e outras crônicas (1989)
• As histórias das muralhas (1989)
MANOEL ODIR ROCHA
Nasceu em Araguari, Minas Gerais, em 12 de fevereiro de 1941. Formou-se em Medicina em 1970, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, onde também cursou Sociologia e Administração Pública, sem se graduar. Na faculdade, entre outras atividades, atuou como diretor e redator do jornal “O Crânio”.
Em 1971, montou um hospital em Colinas de Goiás, hoje Colinas do Tocantins, onde morou por 22 anos, como médico e professor no Colégio João XXIII. Com a criação do Tocantins, elegeu-se prefeito em 1989, permanecendo no cargo até 1992. Em 1993, mudou para Palmas. Além de prefeito da capital (1997 a 2000), Odir Rocha foi secretário de Ação Social e Habitação de Palmas, deputado federal suplente e secretário estadual de Administração e, posteriormente, de Assuntos Metropolitanos, e municipal de Cultura e de Saúde.
Poeta, contista e pesquisador em História, a partir de 2001, passou a dedicar-se mais à literatura. Odir ocupa a cadeira nº 12 da Academia Palmense de Letras e a cadeira nº 29 da Academia Tocantinense de Letras. Sócio fundador e primeira presidente da Sociedade Brasileira de Médicos e Escritores (Sobrames) – regional Tocantins, também é membro da União Brasileira de Escritores (UBE), seccional de Goiás.
Entre as muitas homenagens e títulos já recebidos estão o Troféu Conde de Boa Vista (Olinda-PE), Diploma Prefeito Amigo da Criança da Fundação Abrinq, Troféu Imprensa Goiana, Título de Cidadão Palmense e Título de Cidadão Pioneiro de Colinas.
Tem quatro livros publicados, além de diversos poemas publicados e premiados nacionalmente. Os livros são: Do Amor à Terra (poesia), Ascultando a Vida (contos), Terracanto (poesia) e Caminhada (poesia).